Crianças e adolescentes

Psicóloga para crianças e adolescentes em Brasília-DF

Atendimento com atividades lúdicas, escuta cuidadosa e participação da família, no ritmo de cada idade.

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Atividade lúdica com uma criança durante o atendimento

Resumo: a Helena Ferreira atende crianças e adolescentes em psicoterapia e em avaliação psicológica e neuropsicológica. Com crianças, o brincar e as atividades lúdicas são a principal linguagem; a família é orientada ao longo do processo.

Como é o atendimento com crianças

Para a criança, brincar é uma forma de falar. Jogos, desenhos, tintas e materiais lúdicos ajudam a expressar emoções e vivências que ainda não cabem em palavras, e permitem à psicóloga compreender como a criança sente e se relaciona.

Quando buscar ajuda

Pais, escolas e pediatras costumam procurar apoio psicológico quando percebem, por exemplo:

  • dificuldade para lidar com frustrações, limites e o "não";
  • medo, ansiedade, tristeza ou irritação frequentes;
  • dificuldades de atenção, aprendizagem ou adaptação à escola;
  • mudanças importantes na família, como separação, mudança de casa ou perda;
  • alterações no sono, na alimentação ou no comportamento;
  • dúvidas sobre o desenvolvimento e sobre como apoiar o filho.

Adolescentes

A adolescência traz mudanças no corpo, nas relações e na forma de ver o mundo. O atendimento é um espaço próprio, de conversa e escuta, que respeita a autonomia e a privacidade da fase, com apoio à família quando necessário.

Avaliação psicológica e neuropsicológica

Quando há dúvidas sobre atenção, memória, aprendizagem ou desenvolvimento, pode ser indicada uma avaliação neuropsicológica ou uma avaliação psicológica, com entrevista aos responsáveis, atividades adequadas à idade e devolutiva à família.

Como começar

O primeiro passo é uma conversa com os responsáveis, para entender a demanda e combinar como será o trabalho. Leia também: por que a criança tem dificuldade em aceitar o "não".

Fontes consultadas

Perguntas frequentes

Com que idade uma criança pode começar a terapia?

Não há uma idade única. A necessidade é avaliada caso a caso, a partir das queixas da família, da escola e da própria criança. O melhor caminho é conversar com a psicóloga e entender se e como o atendimento pode ajudar.

Os pais participam das sessões?

A família participa do processo: há conversas com os responsáveis no início e ao longo do acompanhamento, com orientações sobre como apoiar a criança ou o adolescente. A forma de participação é combinada conforme a idade e a demanda.

O que a criança conta na sessão fica em sigilo?

O sigilo profissional vale também para crianças e adolescentes. Com os responsáveis são compartilhadas orientações gerais e o que for necessário para o cuidado, preservando a intimidade de quem é atendido.

Como explicar à criança que ela vai ao psicólogo?

Com simplicidade e sem rótulos: é um lugar para brincar, conversar e entender melhor o que sente. A psicóloga orienta a família sobre como conversar antes do primeiro encontro.

Atende também adolescentes?

Sim. Com adolescentes, o atendimento é mais conversado, com respeito à autonomia e à privacidade da fase, e com orientação à família quando necessário.

Mais respostas em Dúvidas frequentes

Quando você quiser começar

O primeiro passo pode ser uma conversa.

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